terça-feira, 25 de agosto de 2009

DIA DO SOLDADO

BIOGRAFIA

Marechal de Exército- Luís Alves de Lima e Silva - Duque de Caxias - Patrono do Exército Brasileiro (25 de agosto 1803 - 7 de maio 1880)
"Nasceu na Fazenda de São Paulo, Vila de Porto de Estrela, na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro.
Em 22 nov 1808, assentou praça como cadete no 1º Regimento de Infantaria, ingressando, posteriormente, na Academia Real Militar.
Tenente, integrou o recém-criado Batalhão do Imperador, como ajudante, com ele recebendo o batismo de fogo, em 3 maio 1823, nas lutas pela independência na Bahia, quando pôde revelar excepcionais qualidades de iniciativa, comando, inteligência e bravura.

Com pouco mais de 20 anos, já era capitão e participou, ainda com o Batalhão do Imperador, da Campanha da Cisplatina.
Em 2 de dezembro 1839, já Coronel, passou a encarnar a auréola de Pacificador e Símbolo da Nacionalidade, ao ser nomeado Presidente da Província do Maranhão e Comandante-Geral das Forças em Operações, para debelar a "Balaiada", após o que recebeu o título de Barão de Caxias e a promoção a Brigadeiro. Entrou na História como "O Pacificador" e sufocou muitas rebeliões contra o Império.

Também pacificou São Paulo e Minas Gerais, em 1842, razão por que foi promovido a Marechal-de-Campo graduado.

Em fins de 1842, foi nomeado Presidente e Comandante-em-Chefe do Exército em operações no Rio Grande do Sul, para combater a Revolução Farroupilha, que já durava 8 anos, e ao término da qual foi efetivado como Marechal-de-Campo, eleito Senador pelo Rio Grande do Sul e distinguido com o título de Conde.

Em 1851, foi novamente nomeado Presidente e Comandante-em-Chefe do Exército do Sul. Desta feita, para lutar contra Oribe, no Uruguai, e, logo a seguir, contra Rosas, na Argentina.

Vitorioso mais uma vez, foi promovido a Tenente-General e elevado à dignidade de Marquês.

Em 16 junho de 1855, foi Ministro da Guerra e, em 1856, Presidente do Conselho de Ministros, ambos pela primeira vez.

Em 10 de outubro de 1866, foi nomeado Comandante-em-Chefe das Forças do Império em operações contra as tropas do ditador Lopez do Paraguai, sendo efetivado no posto de Marechal-de-Exército, assumindo, em 10 de fevereiro de 1867, o Comando-Geral das forças em operações, em substituição ao General Mitre, da Argentina.

Segue-se uma série de retumbantes vitórias, em Itororó, Avaí e Lomas Valentinas, a rendição de Angustura e a entrada em Assunção, quando considerou encerrada a gloriosa Campanha por ele comandada. "Pelos relevantes serviços prestados na Guerra do Paraguai", o Imperador lhe concedeu, em 23 março de 1869, o título de Duque - o mais alto título de nobreza concedido pelo imperador.

Caxias foi Ministro da Guerra e Presidente do Conselho de Ministros por mais duas vezes; a última de 1875 a 1878.

Faleceu na Fazenda Santa Mônica, nas proximidades do Município de Vassouras - RJ, sendo o seu corpo conduzido para o Rio e enterrado no Cemitério do Catumbi.

Hoje, os restos mortais do Patrono do Exército e os de sua esposa jazem no mausoléu defronte do Palácio Duque de Caxias, no Centro do Rio de Janeiro".

PARA UM GRANDE EXÉRCITO
UM GRANDE PATRONO

"Luís Alves de Lima e Silva - o Duque de Caxias é o insigne Patrono do Exército Brasileiro, que o reverencia na data de seu nascimento - 25 de agosto - "Dia do Soldado"

Caxias pacificou o Maranhão, São Paulo, Minas Gerais e o Rio Grande do Sul, províncias assoladas, no século passado, por graves rebeliões internas, pelo que recebeu o epíteto de "O Pacificador".

Comandou Exércitos em três campanhas externas: na mais difícil delas, quando em Lomas Valentinas, no ano de 1868, tomado de justo orgulho, bradou aos seus soldados: "O Deus dos Exércitos está conosco. Eia! Marchemos ao combate, que a vitória é certa, porque o General e amigo que vos guia, ainda, até hoje, não foi vencido!".

Caxias organizou o Exército Brasileiro, fez-se político, governou províncias e o próprio Brasil, pois foi Presidente do Conselho de Ministros por três vezes.

Não apenas por tudo isso, "O Pacificador" foi o vulto mais exponencial de seu tempo, chamando-lhe os apologistas, de "O Condestável do Império".

O saudoso e venerando jornalista Barbosa Lima Sobrinho o cognomina de "O Patrono da Anistia" e o povo brasileiro, em espontânea consagração, popularizou o vocábulo "caxias", com o qual são apelidados os que cumprem, irrestritamente, os seus deveres.

Marechal do Exército, Conselheiro de Estado e da Guerra, Generalíssimo dos Exércitos da Tríplice Aliança, Barão, Conde, Marquês, Duque, Presidente de Províncias, Senador, três vezes Ministro da Guerra, três vezes Presidente do Conselho de Ministros, o "Artífice da Unidade Nacional", eis Caxias, Patrono do glorioso e invicto Exército Brasileiro!

O inesquecível sociólogo Gilberto Freyre, no reconhecimento das excelsas virtudes do Duque de Caxias, assim se expressou:
"Caxiismo não é conjunto de virtudes apenas militares, mas de virtudes cívicas, comuns a militares e civis. Os "caxias" devem ser tanto paisanos como militares.
O caxiismo deveria ser aprendido tanto nas escolas civis quanto nas militares.

É o Brasil inteiro que precisa dele"...




“Sigam-me os que forem brasileiros”
é a célebre frase do Soldado Brasileiro,
Luís Alves de Lima e Silva, o Duque de Caxias, na guerra do Paraguai.

VELHO BORZEGA

Meu borzega esfolado,
dos tempos da mocidade,
de sola gasta em paradas,
nas alvoradas sem fim.

Biqueira empinada, bonita,
como cavalo de chefe,
talão comido de um lado,
de tanto se apresentar.

Quando te vejo acabado,
envelhecido de usar,
não sei porque me entristeço,
e quase me ponho a chorar.

O salto que era tão forte,
a cor preta traquejada,
não tem mais aquele garbo
do praça rijo que fui.

Te recordo meu borzega!
Como se fosse meu corpo,
batendo no chão com cadência
pros outra entusiasmar.

Velho borzega estropiado
de tanto serviço e instrução,
refletes o viver do soldado
com toda recordação.

Hoje ao te ver empoeirado,
no canto do meu porão,
não posso impedir, baixo os olhos
e me ponho a recordar.

Quando te recebi na reserva,
duro como instrutor,
eras como a nossa mocidade,
que parece não se acabar.

E agora velho borzega?
Que volto a te contemplar,
percebo, não és bem de couro
como era o meu pensar.

É que de repente me vejo
em ti, que agora não brilhas
com muito mais nitidez,
do que nos tempos de outrora.

Então entendo, borzega velho,
desmontado pelo usar
porque durante esses anos
eu evitava de te olhar.

É que me recordando o passado
dos tempos de militar,
representas um espelho,
onde envelheço ao meu olhar.

Autor: Pedro Américo Leal
Enviado por: Manoel Rubens

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

LENDA CONTADA POR UMA INDIA GUARANI

A NAMORADA DA LUA

APINAGÉ ERA UMA INDIAZINHA QUE GOSTAVA DE OLHAR PARA O CÉU.
ACHAVA A LUA MARAVILHOSA E PENSAVA:
-SERA UM POTE DE LEITE?
-SERA UMA CABAÇA DE MEL?
-SERA UM BOLO PARA APINAGÉ?
FICAVA HORAS INTEIRAS OLHANDO PARA A LUA E CHEGAVA A DAR PULOS PARA O AR, PENSANDO EM ALCANÇA-LA.
SE RALAVA AIPIM, PENSAVA NA LUA.
SE TECIA BALAINHOS, PENSAVA NA LUA.
DEPOIS CANTAVA:
LUÁ-LUA-LUA- LUÁ
LEVA APINAGÉ E AJUDA A CRIÁ,

UMA NOITE, APINÁGÉ VIU UM DISCO LUMINOSO REFLETIDO NAS AGUAS DO RIO . NÃO TEVE DUVIDAS. ATIROU-SE A CORRENTEZA E DESAPARECEU.
A LUA SE COMPADECEU DA INDIA MENINA.TROUXE SEU CORPO PARA A SUPERFICIE E O TRANSFORMOU EM UMA FLOR DA COR DO LUAR.FOI ASSIM QUE NASCEU A VITÓRIA-RÉGIA,A LINDA FLOR QUE FLUTUA NAS AGUAS DO RIO AMAZONAS.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

SACI-PERERE,

Campeão em popularidade, não há quem não tenha ouvido falar no negrinho arteiro da carapuça vermelha. Com uma perna só e cachimbo sempre na boca, ele vive nas matas e no sertão. Em algumas estórias, é apresentado como filho do Curupira e da Caipora.
A origem da lenda do Saci é duvidosa. Alguns a atribuem aos índios (o termo saci-pererê é de origem tupi); outros aos portugueses (há uma lenda no folclore de Portugal sobre um negrinho travesso). Segundo Câmara Cascudo, a perna única do Saci é recordação de seres das fábulas européias.

MAS EXISTE TAMBÉM OUTRAS EXPLICAÇOES,

O Saci-Pererê é uma lenda do folclore brasileiro e originou-se entre as tribos indígenas do sul do Brasil.

O saci possui apenas uma perna, usa um gorro vermelho e sempre está com um cachimbo na boca.
Inicialmente, o saci era retratado como um curumim endiabrado, com duas pernas, cor morena, além de possuir um rabo típico.

Com a influência da mitologia africana, o saci se transformou em um negrinho que perdeu a perna lutando capoeira, além disso, herdou o pito, uma espécie de cachimbo e ganhou da mitologia européia, um gorrinho vermelho.
A principal característica do saci é a travessura, muito brincalhão ele se diverte com os animais e com as pessoas, muito moleque ele acaba causando transtornos como: fazer o feijão queimar, esconder objetos, jogar os dedais das costureiras em buracos e etc.

Segundo a lenda, o Saci está nos redemoinhos de vento e pode ser capturado jogando uma peneira sobre os redemoinhos.
Após a captura, deve-se retirar o capuz da criatura para garantir sua obediência e prendê-lo em uma garrafa.
Diz também a lenda, que os Sacis nascem em brotos de bambus, nestes eles vivem sete anos e após esse tempo, vivem mais setenta e sete para atentar a vida dos humanos e animais, depois morrem e viram um cogumelo venenoso ou uma orelha de pau.

LENDAS

Certa vez, as mulheres de uma tribo saíram pela mata em busca de espigas de milho. Nada encontraram. Voltaram à aldeia e pegaram algumas crianças – curumins, como são chamadas pelos índios –, pois tinham certeza de que a presença delas lhes trariam sorte. Dito e feito. Os pequenos logo encontraram um lindo milharal.
Enquanto as mães colhiam as espigas, os curumins voltaram à aldeia e pediram à avó que lhes fizesse um bolo de milho. Comeram até se fartar. Então, com medo de que as mães reclamassem de tanta gulodice, resolveram se esconder. Pediram aos colibris que amarrassem um cipó no topo do céu e começaram a subir.
Ao descobrirem a travessura, as mães não tiveram dúvida: subiram atrás deles, mas eles cortaram o cipó e as índias caíram no chão. A partir desse momento, nada mais foi como antes: as mães não eram mais mulheres, e sim onças. E os curumins, lá no alto do céu, viraram estrelas brilhantes.

LENDA DA VITÓRIA- RÉGIA

Numa certa noite, uma jovem índia ficou fascinada com o brilho da Lua refletido num lago. Apaixonada por aquela luz mágica, atirou-se nas águas e desapareceu para sempre. A Lua, comovida com aquele gesto de amor, transformou a moça numa linda flor que flutua sobre a superfície das águas de alguns rios da Amazônia: a vitória-régia.
Assim como a Lua, a vitória-régia se abre ao entardecer e se fecha com o clarear do dia

RELÓGIO



IMPORTANTE

Estive observando os meus blogs amigos , quando visitei o INFINITO DA CRIS, e vi esta reportagem que fiquei estarrecida! observe! CLIQUE AQUI, Alerta "Empresas que testam seus produtos em animais"